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36. História da Arte - Século XX- O Expressionismo

A ARTE COMO EXPRESSÃO


O Grito (1893), óleo sobre tela, têmpera e pastel sobre cartão.
Na Galeria Nacional, Oslo, Noruega.
Curiosidade: uma das versões da obra O Grito foi adquirida por 119,92 milhões de dólares, em 2012, em leilão realizado pela Sotheby's, Nova Iorque. A obra leiloada é uma das versões em técnica pastel do mais célebre quadro de Munch; na ocasião, tornou-se a obra de arte mais cara vendida em leilão.
A arte alemã do início do século XX é comumente chamada de expressionista. Na verdade, o Expressionismo é um fenômeno europeu com dois centros distintos: o movimento francês dos fauves ("feras") e o movimento alemão Die Brücke ("A Ponte"), que se formaram quase simultaneamente, em 1905, e desenbocaram respectivamente no Cubismo na França (1908) e na corrente Der blaue Reiter ("O Cavaleiro Azul") na Alemanha (1911). Foi um movimento de reação ao Impressionismo

A impressão é um movimento do exterior para o interior: é a realidade (objeto) que se imprime na cosnciência (sujeito). 

A expressão é um movimento inverso, do interior para o exterior: é o sujeito que por si imprime o objeto. 

O Expressionismo procurou expressar as emoções humanas e interpretar as angústias que caracterizam psicologicamente o homem do início do século XX. Além de Van Gogh, o pintor norueguês Edvard Munch (1863-1944) também inspirou o movimento expressionista.

O expressionismo manifestou-se inicialmente através da pintura, mas se estendeu para a literatura, a música, o cinema, o teatro, a dança e a fotografia. Mais do que um estilo com características em comum, o Expressionismo é sinônimo de um amplo movimento heterogêneo, de uma atitude e de uma nova forma de entender a arte. Foram vários polos artísticos com uma grande diversidade estilística. 

Alguns pintores expressionistas: Ernst Ludwig Kirchner, Emil Nolde, Otto Müller, Egon Schiele, Oskar Kokoschka.

Fonte: Arte Moderna, livro de Giulio A. Argan. Imagem extraída da wikimedia.


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