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Artes - Oficina Guianases de Gravura

Imagem: Acervo da Oficina Guianases de Gravura
A Oficina Guaianases de Gravura foi um dos movimentos artísticos mais significativos e duradouros do estado de Pernambuco, criada, em 1974, por iniciativa dos artistas plásticos João Câmara e Delano. 
Seu funcionamento começou no ateliê do artista João Câmara, na rua Guianases, no bairro de Campo Grande. Um grupo pequeno de artistas se reunia, aos sábados, no local, para a produção de litogravuras (gravura feita com matriz de pedra).
O movimento foi crescendo chegando a um grande número de associados, o que fez com que a Oficina se organizasse como uma sociedade sem fins lucrativos e procurasse um espaço físico maior. Em 1979 estabeleceram-se no Mercado da Ribeira em Olinda.
Participaram da Oficina Guaianases artistas plásticos de vários estados brasileiros, além dos seus idealizadores João Câmara e Delano, entre os quais podem ser destacados Gilvan Samico, Guita Chafifker, Gil Vicente, Luciano Pinheiro, José Carlos Viana, Tereza Costa Rego, Raul Córdula, Maurício Silva, Liliane Dardot, Flávio Gadelha e José Cláudio.
Em 1994, diante de dificuldades e crise administrativa o grupo se desfez. Seu acervo, contendo matrizes de trabalhos em papel, construído ao longo de 21 anos, com mais de duas mil litogravuras foi doado à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e sua gestão passou para o Departamento de Teoria da Arte daquela Universidade, sendo atualmente chamada de Laboratório Oficina Guaianases de Gravura (LOGG). Sob a guarda da Biblioteca Joaquim Cardozo, do Centro de Artes e Comunicação da UFPE, o acervo vem sendo recuperado e digitalizado, através de projeto financiado pela Petrobrás Cultural. Parte da coleção já está disponível no site www.ufpe.br/guaianases.


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No Priberam: Quórum (latimquorum, dosquais, genitivopluraldopronomerelativoqui, quae, quod, oqual, quem, que)
substantivo masculino 1. Númeronecessáriodemembrosparaqueuma.assembleiapossafuncionar. 2.����������…