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Ruas do Recife - Carneiro Vilela

Rua Carneiro Vilela,em homenagem a Joaquim Maria Carneiro Vilela (1846-1913), nascido no bairro de São José, no Recife.

Romancista, novelista, poeta, dramaturgo, caricaturista, paisagista, cenógrafo e jornalista, entre outras atividades, ele era um homem politizado que, em muitas ocasiões, demonstrou ser um ferrenho abolicionista. Por exemplo, quando sua mãe faleceu, alforriou os escravos que herdara.
Fez parte d'A Escola do Recife, movimento que surgiu em 1870, e que trazia ideias revolucionárias em Filosofia, Direito e Literatura.

Foi um dos fundadores da Academia Pernambucana de Letras, em 1901.

É de sua autoria o conhecido romance A emparedada da rua Nova, um dos mitos da cidade do Recife

Curiosidade: Em 1871, junto com José Caetano da Silva, fundou o jornal A América Ilustrada, que tinha o dever moral de alertar aos seus clientes sobre os desmandos que aconteciam em Pernambuco.

A rua Carneiro Vilela localiza-se no bairro Aflitos.

Fonte: Wikipédia.



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Etimologia - Fulano

FulanoEsta palavra é empregada para fazer alusão a alguém cujo nome se ignora ou não se quer mencionar. Usada em espanhol desde o século XIII, origina-se do árabe fulán, que significa qualquer.  O primeiro registro em castelhano aparece em 1155, enquanto que na língua portuguesa só é observado no século XVI, originário do espanhol e não do árabe. Nos textos peninsulares, fulano costuma ser escrito com inicial minúscula; em troca, em textos hispano-americanos é frequente a grafia com minúscula. Costuma-se dizer, em espanhol, fulano, mengano e zutano para aludir a várias pessoas cujos nomes são desconhecidos. Mengano vem do árabe man kan (quem seja); e zutano, vem do espanhol citano, derivado do latim scitanus (sabido). Em português, se diz fulano, sicrano e beltrano.
Fonte: elcastellano.org (tradução adaptada).

Museu do Mamulengo - Olinda, Brasil

O Museu do Mamulengo - Espaço Tiridá foi inaugurado em dezembro de 1994, na rua do Amparo. Por questões estruturais mudou-se provisoriamente para a rua de São Bento, 344, onde permanece há já alguns anos. Possui um acervo de aproximadamente 1.200 bonecos. Como primeiro museu de bonecos do Brasil, divulga o mamulengo e sua tradição como teatro de boneco da região.


"Mamulengo é uma manifestação típica do teatro de bonecos popular nordestino, representado por figuras populares nas situações cotidianas. Sem caráter religioso, o mamulengo transfigura os personagens populares, revelando a alma individual e coletiva do povo. O espetáculo, improvisado, é cômico, trágico e dramático. Inicia quase sempre como uma dança e a participação da 'orquestra' e, algumas vezes, com presença do Mateus, o personagem humano que dança e faz a arrecadação. Sem conteúdo político explícito apresenta, numa crônica regional, os valores humanos elementares, as relações de trabalho e as tradições folcló…

Dom Hélder Câmera

Dom Hélder Câmera (1909-1999), arcebispo emérito de Olinda e Recife, vivia na casa paroquial da igreja das Fronteiras, no bairro da Boa Vista, no Recife. Pregava por uma igreja simples, voltada para os pobres e clamava pela não-violência. Foi um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e grande defensor dos direitos humanos durante a ditadura militar no país. Recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais. Foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz por quatro vezes.
Fonte: wikipedia.

Recife e suas pontes

As pontes do Recife A privilegiada geografia da cidade do Recife dá à cidade um charme ainda maior com as pontes sobre os rios, córregos e canais. São mais de 60 pontes. Joaquim Nabuco disse que "as pontes do Recife são compridas como terraços suspensos sobre a água". Mais que apenas estruturas de passagem de pessoas e veículos, as pontes foram cantadas durante décadas em verso e prosa pelo próprio Nabuco e por poetas como Gilberto Freire, Manuel Bandeira, Joaquim Cardozo e muitos outros. As pontes têm papel arquitetônico imprescindível na cidade não apenas porque ligam as ilhas do Recife, de Santo Antônio e da Boa Vista, como também dão encanto especial às paisagens em cada recanto cortado pelas águas. As pontes fazem parte da identidade do Recife. No centro ficam situadas as mais conhecidas, como:

a Maurício de Nassau, a primeira em grandes dimensões do Brasil e, segundo os historiadores, talvez pioneira também nas Américas. Foi idealizada pelo Conde Maurício de Nassau, p…

Etimologia - Quórum

Hoje chamamos um quórum ao número mínimo de membros necessário para que sejam válidas as decisões tomadas por um corpo deliberativo ou legislativo. A exigência de quórum é uma forma de evitar que uma decisão possa ser adotada por um número pequeno de participantes.
Nos corpos colegiados da antiga Roma, cada novo integrante era recebido mediante a fórmula quórum vos unum esse volemus (do qual queremos que tu sejas um). Esta fórmula foi aplicada também no antigo tribunal britânico, cujos membros atuavam de forma solidária, que se  denominava Justices os the Quórum. Nos Parlamentos modernos, uma das técnicas de obstrução realizadas pelos setores de oposição consiste em não se apresentar nas reuniões, de modo a conseguir que o corpo não tenha quórum para secionar ou para votar.
No Priberam: Quórum (latimquorum, dosquais, genitivopluraldopronomerelativoqui, quae, quod, oqual, quem, que)
substantivo masculino 1. Númeronecessáriodemembrosparaqueuma.assembleiapossafuncionar. 2.����������…

Etimologia - Rufião

Rufião O rufião é um proxeneta, isto é, um delinquente que explora a prostituição. A palavra vem do italiano ruffiano, atestado naquela língua e também em francês com o mesmo significado desde o século XIII.
Embora a origem da palavra ruffiano não seja conhecida com certeza, Corominas acredita que pode vir do baixo latim rufus (ruiva), devido ao hábito de as prostitutas romanas se adornarem com perucas loiras.
Ainda hoje é conhecido, ou pelo menos lembrado por alguns, o preconceito que existia antigamente contra os ruivos, derivado de uma versão segundo a qual Judas Iscariote teria tido cabelos dessa cor. Na Idade Média, também se afirmava em algumas regiões que as mulheres ruivas eram bruxas, e é possível que alguma delas tenha sido morta na fogueira por esse motivo. 
No entanto, o etimologista francês Jean Dubois aponta em uma direção diferente: para ele, ruffiano viria de roffia (costela, sujeira do corpo), palavra que por sua vez seria derivada do germânico hruf, fleuma.

Fonte: elcast…